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Você NÃO tem sentido o GOSTO do seu café, né?!

Você NÃO tem sentido o GOSTO do seu café, né?!

2 de julho de 2021 Sem categoria 0

Vou te explicar uma coisa sobre o funcionamento da mente humana.

Nosso cérebro tem uma única missão: sobreviver. Manter nosso corpo vivo. Funcionando.

O cérebro, por si só, não busca pelo PRAZER.

Isso faz com que todos os nossos passos, decisões e ações, sejam o tempo todo testados, pelo nosso cérebro, a serem colocados no automático.

Ou seja, quanto menos energia ele gastar tomando decisões, melhor. O cérebro é folgado, entende?! Ele quer tomar as melhores decisões, no menor tempo possível, porque isso economiza energia e o mantém ATENTO a qualquer outra situação que o possa solicitar. É o modo de sobrevivência.

Muitos atos do nosso dia a dia nós nem escolhemos mais.

Acordar, abrir os olhos, levantar da cama… respirar, piscar, andar…

Nosso cérebro testou, viu que funcionava e podia ligar o botão do automático. O parâmetro é: se funciona e se é seguro, então AUTOMÁTICO.

Mas o nosso crescimento pessoal depende de, muitaaaas vezes, nos colocarmos em situações arriscadas e desconhecidas. Mas se o cérebro ainda não testou e identifica como algo não necessário naquele momento, para continuar SOBREVIVENDO, então automaticamente ele manda um estímulo que nos diz: você não precisa disso, decidimos que não queremos.

E ai você segue sua vida tomando decisões automáticas e confortáveis.

Mas não somos só cérebro. Somos alma, somos coração, somos sentimentos.

É uma briga diária. A cada milésimo de segundo.

Por isso eu sugiro que comece com coisas pequenas, que não farão, por enquanto, o seu cérebro entrar em modo de defesa, mas que faça ele ir se acostumando aos novos processos de decisão e conhecendo coisas novas. Entendendo que nem tudo é tão arriscado assim a ponto de não valer a pena. E que o outro lado dessas decisões pode ser um automático tão gostoso quanto, também.

Comece pelo simples ato de escolher se você realmente quer tomar um café todos os dias. Talvez você nem queria.

E se quiser, tome sentindo o gosto dele.

Você provavelmente nem lembra a última vez que fez isso, ou quiçá um dia sentiu, né?

Sobre o Autor

Lígia Rasslam:

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